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3 de março de 2016

31 profissionais de saúde na Bahia foram infectados por HIV e hepatite após acidentes ocupacionais

Imagem Reprodução

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Em 2015, acidentes ocupacionais infectaram com o vírus do HIV e da hepatite 31 trabalhadores da área de saúde na Bahia. Os dados são do Sistema de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (Sinan), vinculado ao Ministério da Saúde. De acordo com a enfermeira e especialista em Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde da empresa Sol-Millennium, Karine de Araújo, o número é considerado elevado, mas pode ser agravado se considerado os casos não notificados. “O que a gente tem notificado é 31, mas se fizer conta com 91% que não são notificados, esse número aumenta muito”, afirmou ao Bahia Notícias, antes de realizar uma palestra para funcionários de saúde das redes pública estadual e municipal de saúde. O encontro “NR 32 e prevenção de acidentes com material biológico: impacto na utilização de dispositivos de segurança” foi realizado nesta quarta-feira (2), no Fecomércio.“Está tendo muito acidente com perfuro[cortantes], muitos hospitais ainda não estão seguindo a norma de segurança do trabalho [a NR 32] e, por não seguirem, nossos profissionais estão expostos, usando seringas e agulhas comuns”, explicou. De acordo com a especialista, o ideal é que os profissionais de saúde utilizem equipamentos e medidas de segurança, por exemplo, uma seringa que não permite o contato com a agulha contaminada [veja foto]. “O preço é um pouco maior, porém, quando vê os benefícios, o preço é um investimento. Um profissional doente gera um custo para a instituição, fora o fator emocional. Quando profissional tem acidente com agulha ou seringa contaminada, ele precisa ser afastado, tomar medicação, profilaxia. Isso gera um transtorno enorme e ele corre risco de contrair HIV, hepatite, mais de 20 patologias transmitidas pelo sangue”, acrescentou.


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