Bancos sobem, e Ibovespa recupera 70 mil pontos » Rede Acontece
Últimas
17-01-2019 » Inseparáveis | Por que você vai ouvir falar muito de Arielle, a coreógrafa da Anitta 17-01-2019 » Bem além da passarela | 5 lutas compradas por Gisele que a tornaram mais do que modelo 17-01-2019 » Discurso nos EUA; veja | Bolsonaro elogiado por Trump? No contexto, talvez não seja assim 17-01-2019 » Deputada e socialista | Por que Ocasio-Cortez é a mulher mais importante dos EUA? 17-01-2019 » Jack estava internada | Ginasta brasileira que defendeu seleção morre aos 17 anos 17-01-2019 » Sexo sem tabu | 'Com 16 eu tinha cama de casal', diz youtuber Dora Figueiredo 17-01-2019 » Onda de violência no estado | Governador do CE pede a Moro reforço em segurança por reação de facções 17-01-2019 » Grito de carnaval da cidade | Shows do CarnaUOL serão em frente ao sambódromo de SP; veja atrações 17-01-2019 » Mercado financeiro | Bolsa sobe e fecha acima de 95 mil pontos pela 1ª vez; Taurus salta 14% 17-01-2019 » Brecha na segurança | Vazamento na web atinge 800 milhões de e-mails e senhas; veja se foi afetado 17-01-2019 » Educação | Economista que chamou docentes de manipuladores será coordenador do Enem 17-01-2019 » Reforma da previdência | Governo quer restringir acúmulo de pensão com aposentadoria 17-01-2019 » No Fórum de Davos, na Suíça | Guedes apresentará privatizações e Previdência como vitrines do Brasil 17-01-2019 » Senador eleito pelo PSL | MP do Rio usa Coaf como 'atalho' para burlar Justiça, diz Flávio Bolsonaro 17-01-2019 » Liminar parou investigação de Queiroz | Flávio Bolsonaro alega ter foro e pede anulação de provas do Coaf no STF 17-01-2019 » Normal ou cesariana? | Como disputas ideológicas no Brasil chegaram ao parto 17-01-2019 » UOL Líderes | País não sobreviverá sem reformas, diz vice da Microsoft América Latina 17-01-2019 » Celular, isqueiro, cabo USB... | Preso tenta voltar para a cadeia com 62 objetos no estômago em SC
Publicidade
21 de junho de 2018

Bancos sobem, e Ibovespa recupera 70 mil pontos

Foto: Reprodução

A Bolsa brasileira avançou mais de 2% nesta terça-feira (19), apesar das perdas registradas nos mercados acionários ao redor do mundo, e recuperou o patamar de 70 mil pontos perdido no dia anterior.Já o dólar fechou estável mesmo sem intervenção extra do Banco Central no câmbio. No começo do pregão, o Brasil seguiu as notícias negativas do exterior, com o acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

As principais Bolsas mundiais fecharam no negativo. No entanto, durante o dia a tendência se inverteu com a disparada das ações dos bancos, que vinham acumulando perdas desde maio. O movimento é característico dos mercados acionários após quedas expressivas e não reflete mudanças nas perspectivas de investidores para a economia brasileira, dizem analistas.

As ações do Bradesco haviam recuado em nove dos dez pregões anteriores, acumulando perdas de mais de 13%. Nesta terça, avançaram 5,18%, a R$ 26,20. Os papéis do Itaú, que fecharam no negativo em oito dessas sessões, registravam queda também de 13%. Subiram 4,51%, para R$ 39,40. Banco do Brasil e Santander também subiram nesta terça.

Empresas do setor financeiro compõem mais de 30% do Ibovespa, principal índice acionário da B3, que ontem avançou 2,26%, para 71.394 pontos. No pregão anterior, o Ibovespa havia recuado para abaixo dos 70 mil pontos pela primeira vez desde agosto do ano passado. O impacto da paralisação dos caminhoneiros sobre a economia brasileira foi um dos catalisadores da queda do mercado financeiro nas últimas semanas.

Desde então, economistas têm reduzido previsões de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano, agora abaixo de 2%. Com o esfriamento da economia, bancos tendem a conceder menos crédito. Antes do bloqueio nas estradas, no entanto, o Copom (Comitê de Política Monetária) havia surpreendido investidores ao manter a taxa básica de juros da economia em 6,5% ao ano.

O anúncio após a reunião de 15 e 16 de maio foi mal recebido pelo mercado financeiro, que projetavam redução na taxa para 6,25%, e levou a uma mudança de estratégia de investidores na Bolsa e no mercado de juros futuros. Nesta quarta-feira haverá nova decisão sobre a Selic, que deve ser mantida em 6,5% ao ano, segundo a maioria dos economistas ouvidos pela agência Bloomberg.

O acirramento da disputa entre China e Estados Unidos tampouco teve o reflexo esperado sobre o câmbio. O dólar fechou estável a R$ 3,75 na primeira sessão em que o Banco Central não fez nenhuma intervenção para conter a volatilidade do mercado desde que a moeda superou os R$ 3,90, em 7 de junho.

Desde então, o BC já colocou mais de US$ 25 bilhões em contratos de swap cambial (equivalentes à venda de dólar no mercado futuro). Para esta semana, a autoridade monetária previu US$ 10 bilhões, caso julgue necessário. A atuação tem feito a moeda americana oscilar entre R$ 3,70 e R$ 3,75, em movimento.


VOLTAR