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21 de junho de 2018

Bancos sobem, e Ibovespa recupera 70 mil pontos

Foto: Reprodução

A Bolsa brasileira avançou mais de 2% nesta terça-feira (19), apesar das perdas registradas nos mercados acionários ao redor do mundo, e recuperou o patamar de 70 mil pontos perdido no dia anterior.Já o dólar fechou estável mesmo sem intervenção extra do Banco Central no câmbio. No começo do pregão, o Brasil seguiu as notícias negativas do exterior, com o acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

As principais Bolsas mundiais fecharam no negativo. No entanto, durante o dia a tendência se inverteu com a disparada das ações dos bancos, que vinham acumulando perdas desde maio. O movimento é característico dos mercados acionários após quedas expressivas e não reflete mudanças nas perspectivas de investidores para a economia brasileira, dizem analistas.

As ações do Bradesco haviam recuado em nove dos dez pregões anteriores, acumulando perdas de mais de 13%. Nesta terça, avançaram 5,18%, a R$ 26,20. Os papéis do Itaú, que fecharam no negativo em oito dessas sessões, registravam queda também de 13%. Subiram 4,51%, para R$ 39,40. Banco do Brasil e Santander também subiram nesta terça.

Empresas do setor financeiro compõem mais de 30% do Ibovespa, principal índice acionário da B3, que ontem avançou 2,26%, para 71.394 pontos. No pregão anterior, o Ibovespa havia recuado para abaixo dos 70 mil pontos pela primeira vez desde agosto do ano passado. O impacto da paralisação dos caminhoneiros sobre a economia brasileira foi um dos catalisadores da queda do mercado financeiro nas últimas semanas.

Desde então, economistas têm reduzido previsões de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano, agora abaixo de 2%. Com o esfriamento da economia, bancos tendem a conceder menos crédito. Antes do bloqueio nas estradas, no entanto, o Copom (Comitê de Política Monetária) havia surpreendido investidores ao manter a taxa básica de juros da economia em 6,5% ao ano.

O anúncio após a reunião de 15 e 16 de maio foi mal recebido pelo mercado financeiro, que projetavam redução na taxa para 6,25%, e levou a uma mudança de estratégia de investidores na Bolsa e no mercado de juros futuros. Nesta quarta-feira haverá nova decisão sobre a Selic, que deve ser mantida em 6,5% ao ano, segundo a maioria dos economistas ouvidos pela agência Bloomberg.

O acirramento da disputa entre China e Estados Unidos tampouco teve o reflexo esperado sobre o câmbio. O dólar fechou estável a R$ 3,75 na primeira sessão em que o Banco Central não fez nenhuma intervenção para conter a volatilidade do mercado desde que a moeda superou os R$ 3,90, em 7 de junho.

Desde então, o BC já colocou mais de US$ 25 bilhões em contratos de swap cambial (equivalentes à venda de dólar no mercado futuro). Para esta semana, a autoridade monetária previu US$ 10 bilhões, caso julgue necessário. A atuação tem feito a moeda americana oscilar entre R$ 3,70 e R$ 3,75, em movimento.


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