Bolsa sobe mais de 1% e fecha acima de 89 mil pontos, nova máxima histórica » Rede Acontece
Últimas
15-01-2019 » Reforço alviverde | Como Felipão vai usar Ricardo Goulart? Escale seu Palmeiras 15-01-2019 » Senador investigado | Renan chama Deltan Dallagnol, da Lava Jato, de 'possuído' 15-01-2019 » Brexit | Parlamento britânico rejeita acordo para saída da UE; veja os próximos passos 15-01-2019 » Segurança | Ação da Taurus tomba 22% após decreto que facilita posse de armas 15-01-2019 » Decreto assinado hoje | Facilitação da posse de arma é 'apenas primeiro passo', diz Bolsonaro 15-01-2019 » Copa São Paulo | Guarani bate Botafogo por 1 a 0 e garante vaga nas quartas 15-01-2019 » Deputados federais | Túlio Gadêlha publica foto com Rodrigo Maia e revolta famosos 15-01-2019 » Se diz explorada | Rihanna abre processo contra o próprio pai, Ronald Fenty; entenda 15-01-2019 » Fique de olho! | Falha no WhatsApp apaga mensagens antigas no Android 15-01-2019 » Aberto da Austrália | 5 razões para crer na vitória de Bia Haddad sobre nº 2 do mundo 15-01-2019 » Veja o treino e a dieta dele | Falso magro, Rafael perdeu 10 kg em 3 meses com medidas simples 15-01-2019 » Interpretação de mapa astral | Para de ser doida! Sense Márcia analisa a vida da youtuber Evelyn Regly 15-01-2019 » Após prisão da executiva da Huawei | Canadense condenado à morte na China revela crise diplomática 15-01-2019 » Troca de farpas | Maior organizada do Corinthians rebate Conmebol e faz cobranças à entidade 15-01-2019 » Estreia da semana | Novo Como Treinar o Seu Dragão encerra história do 1° filme e fala sobre perdas
Publicidade
6 de novembro de 2018

Bolsa sobe mais de 1% e fecha acima de 89 mil pontos, nova máxima histórica

Foto Reprodução

A Bolsa brasileira voltou a renovar a máxima histórica nesta segunda-feira (5) ainda na esteira do otimismo com a formação do novo governo e expectativa com a divulgação de resultados da Petrobras.

O dólar também fechou em alta. O Ibovespa, o principal índice acionário do país, subiu 1,33%, a 89.598 pontos, no maior nível histórico. O giro financeiro do pregão foi de R$ 14,810 bilhões, acima da média mensal do ano, mas abaixo do volume registrado em outubro.

Nesta segunda, a valorização foi puxada pelas ações da Petrobras em meio à expectativa de investidores pela divulgação dos resultados da empresa no terceiro trimestre. Os números serão conhecidos amanhã, antes da abertura do mercado. Os papéis preferenciais da estatal saltaram 3,07% no pregão.

O Ibovespa também foi sustentado pela disparada de 11,45% nas ações ordinárias da Cosan, reflexo do anúncio da empresa de que ela cancelará a operação de incorporação da Cosan Logística, citando “preocupações demonstradas” por acionistas e investidores.

“O Ibovespa saiu sem escalas de 83 mil para 89 mil pontos. Diria que tem espaço para alguma realização, mas o mercado continua mantendo otimismo de curto prazo”, diz Alvaro Bandeira, economista-chefe da Modalmais.

Bandeira faz referência à sequência de quatro pregões de alta na Bolsa desde a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência. No primeiro dia após a confirmação da vitória do capitão reformado do Exército (29 de outubro), a Bolsa despencou. Desde então, no entanto, acumula alta de mais de 6%.

Dados da B3 mostram que investidores estrangeiros sacaram R$ 6,2 bilhões da Bolsa em outubro. É o segundo maior volume de saques do ano e indica que a euforia com o cenário eleitoral foi alimentada por investidores locais, entre eles gestores de fundos e pessoa física, e não pela confiança de estrangeiros no país.

A retirada de recursos ajuda a explicar o movimento recente de alta do dólar no mercado local -a moeda americana avançou 0,89%, a R$ 3,7270. Considerada uma cesta de 24 divisas emergentes, o dólar ganhou força sobre 14 delas nesta segunda.

No exterior, o dia foi de sinais trocados para os mercados de risco. As Bolsas asiáticas tiveram perdas expressivas, enquanto as europeias operaram sem direção única. Nos Estados Unidos, o índice de tecnologia Nasdaq voltou ao campo negativo.

Por lá, investidores adotam postura cautelosa à espera do resultado das eleições legislativas de meio de mandato (conhecida como midterms), que serão realizadas nesta terça-feira (6).

A expectativa maior era sobre a capacidade dos Republicanos, partido do presidente Donald Trump, em manter o controle sobre a Câmara e o Senado.

Segundo o site FiveThirthyEight, havia mais chance dos Democratas (sete em oito) assumirem o controle da Câmara. No Senado, a chance estimada era de apenas uma em seis.


VOLTAR