Brasil vai reduzir 144 mil toneladas de açúcar em alimentos e bebidas » Rede Acontece
Últimas
>>> Ouça a Web Rádio Acontece <<< 21-05-2019 » Mundial na França | Seleção feminina embarca para Copa e quer honrar pioneiras 21-05-2019 » Pode levar câmera? | Veja os itens proibidos pela organização para o show do BTS 21-05-2019 » Está com Marcola | Nº 2 do PCC pede para sair de presídio federal por falta de dignidade 21-05-2019 » Presos por corrupção | José Dirceu e Eduardo Cunha estão dividindo cela em Curitiba 21-05-2019 » Carro se partiu em 15 | Homem morre ao dirigir a 220 km/h e bater em carreta no Maranhão 21-05-2019 » Na Brasilândia | PM afasta suspeitos de agredir homem com voadora em SP 21-05-2019 » Ação de Impeachment no RJ | Empresas envolvidas em acusação contra Crivella foram negativadas após contrato ser renovado 21-05-2019 » Aviação | Câmara deve votar hoje MP que libera aérea estrangeira e mala grátis, diz líder do governo 21-05-2019 » Temem aumento da violência | Em carta aberta, 14 governadores pedem o cancelamento do decreto sobre armas 21-05-2019 » Criticou Olavo | Gritar "fora, Mourão" é uma burrice, diz general em evento pró-Bolsonaro no DF 21-05-2019 » Ação do Exército no Rio | Músico foi baleado por militares 8 vezes mesmo desacordado, diz denúncia 21-05-2019 » Barão de Cocais (MG) | "Brumadinho não sai da cabeça": como é a vida à sombra de mina que pode desmoronar 21-05-2019 » Transmissão na TV | Globo topa não multar Palmeiras e acordo se aproxima 21-05-2019 » Regras para 2020 | Conmebol veta times de 2ª divisão na Libertadores e Sul-Americana 21-05-2019 » Estreia no festival de Cannes | Crítica: Era Uma Vez em Hollywood, filme de Tarantino, é uma decepção monumental 21-05-2019 » Atos em 170 cidades | Planalto vê risco de ato pela educação afetar apoio à Reforma da Previdência 21-05-2019 » Atos marcados para domingo | Bolsonaro decide não ir a atos e orienta ministros a não participarem 21-05-2019 » Juca Kfouri | Moro não mexeu na cumbuca do futebol 21-05-2019 » Clóvis Rossi | Nicolás Maduro ganhou, oposição se rende 21-05-2019 » Diogo Schelp | Cristina Kirchner imita Putin com nomeação
Publicidade
corretora de seguros
INTERSORFT 100 MEGA
27 de novembro de 2018

Brasil vai reduzir 144 mil toneladas de açúcar em alimentos e bebidas

Foto Reprodução

Termo de compromisso assinado nesta segunda-feira (26) entre o governo federal e entidades representativas da indústria brasileira de alimentos e bebidas prevê a redução voluntária, até 2022, de 144,6 mil toneladas de açúcar nos produtos fabricados no Brasil. Com este acordo, o Brasil torna-se um dos primeiros países do mundo a buscar essa diminuição. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), a redução voluntária será feita em 23 categorias de produtos em cinco grupos: bebidas adoçadas, biscoitos, bolos prontos e misturas para bolo, achocolatados em pó e produtos lácteos. Além da Abia, participaram da assinatura do termo a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir), a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães e Bolos Industrializados a (Abimapi) e a Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos). Ao todo, fazem parte do acordo 68 indústrias, que representam 87% do mercado de alimentos e bebidas do País.

Sal e gordura

Esta não é a primeira vez que governo e indústria se unem com o intuito de tornar alimentos industrializados mais saudáveis. Outro acordo, iniciado em 2011, previa a retirada de 28,5 mil toneladas de sal dos alimentos até 2020. Até 2017, a redução alcançou 17,2 mil toneladas. Antes, outro acordo em vigor entre 2008 e 2010 retirou 310 mil toneladas de gordura trans dos alimentos industrializados. Na visão do presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), William Dib, o acordo representa a capacidade de autorregulamentação da indústria. “Esse acordo é um grande exemplo, assim como o de redução do sódio. É um programa fundamental para a saúde da nossa população e um exemplo a ser seguido”. A Anvisa será responsável por monitorar a redução a cada dois anos. A assinatura é “um passo importante na agenda da saudabilidade”, segundo o presidente da Abir, Alexandre Jobim. “É um acordo inédito no mundo, fruto do entendimento dos setores privado e público.” (Agencia Brasil)


VOLTAR