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7 de julho de 2018

Descoberta: Cogumelos alucinogênios ajudam a curar esta doença

Foto: Reprodução

O alucinogênio psilocibina, o princípio ativo de mais de 100 espécies de cogumelos ‘mágicos’, é de acordo com uma nova pesquisa uma solução eficiente para tratar os casos mais severos de depressão que não respondem aos fármacos e terapias tradicionais. Um artigo científico publicado por uma equipa de investigadores do Imperial College, no Reino Unido, deu os primeiros passos para revelar porque, exatamente, a substância é tão benéfica. Estudos clínicos realizados em humanos já haviam comprovado que apenas uma ou duas doses de psilocibina ministradas numa situação controlada ajudam os pacientes que padecem com doenças terminais, e que sofrem de depressão e ansiedade, viciados em álcool e tabaco e pessoas com transtorno obsessivo compulsivo (TOC). E agora nesta nova pesquisa, 19 doentes depressivos que não reagiam às drogas mais usadas para combater aquela patologia receberam, com uma semana de intervalo, uma dose de 10 mg e outra de 25 mg de psilocibina. Na primeira semana após a experiência, todos os voluntários apresentaram melhoras. Ao final da quinta semana, sem receber novas doses, os efeitos benéficos ainda foram constatados em 47% dos voluntários. Analisando exames feitos antes e após a experiência, os cientistas perceberam que aquela substância reinicia certas regiões do cérebro, como se de um computador se tratasse, que estão por trás da depressão, como a amígdala, responsável por reações emocionais como o medo. “Muitos dos pacientes descreveram uma sensação de reset após o tratamento”, explicou em comunicado Robin Carhart-Harris, o coordenador da pesquisa. “Um deles afirmou que foi como se o seu cérebro tivesse sido desfragmentado, como se se tratasse de um disco rígido.” “A psilocibina pode estar a facultar a esses indivíduos o pontapé inicial que precisam para sair da depressão, e os resultados das ressonâncias magnéticas realizadas apoiam de forma tentadora as analogias com computadores”. Os investigadores salientam que o teste foi realizado com uma amostra relativamente pequena de voluntários e que serão ainda necessários estudos adicionais. .


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