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27 de janeiro de 2016

Dólar fecha em queda de 1,11%, a R$ 4,0625, com recuperação do petróleo

Imagem Reprodução

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O dólar à vista fechou em baixa de 1,11% nesta terça-feira, 26, cotado a R$ 4,0625. A queda da moeda norte-americana foi determinada principalmente pela recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional, que aumentou o apetite por risco dos investidores e valorizou as moedas de países emergentes e exportadores de commodities, como o Brasil. O dólar chegou subir pela manhã, quando atingiu a máxima de R$ 4,1221 (+0,34%). A virada aconteceu depois que o ministro do Petróleo do Iraque, Abdul Karim Luaibi, declarou que a Arábia Saudita, o maior exportador mundial da commodity, está “mais flexível” em relação a possíveis cortes em sua produção. Além disso, a petrolífera estatal saudita Saudi Aramco disse que o aumento da demanda por petróleo pode superar 1,2 milhão de barris por dia em 2016. Os comentários fizeram o petróleo se firmar em alta e, durante a tarde, chegar a subir mais de 6% em Londres e em Nova York.Com isso, as bolsas se consolidaram em alta pelo mundo e o dólar voltou a bater mínimas no Brasil, atingindo R$ 4,0523 (-1,35%). Para isso, contribuíram ainda dados positivos da economia dos EUA, como o índice de confiança do consumidor, que subiu para 98,1 em janeiro, de 96,3 em dezembro (dado revisado).Analistas previam recuo a 96,0. O cenário doméstico apresentou poucas novidades. Pela manhã, o Banco Central informou que o País teve déficit em conta corrente de US$ 2,460 bilhões em dezembro, um resultado melhor que o rombo de US$ 11,654 bilhões de dezembro de 2014. No ano passado, o déficit ficou em US$ 58,942 bilhões, também melhor que os US$ 104,181 bilhões do acumulado de 2014. Outro destaque foi o Investimento Direto no País (IDP, antigo IED), que somou US$ 15,211 bilhões em dezembro e US$ 75,075 bilhões em 2015, cobrindo com folga os déficits em conta corrente. Com o resultado desta terça-feira (26), o dólar à vista passa a acumular alta de 2,59% em janeiro. Taxas de juros – As taxas de juros negociadas no mercado futuro tiveram uma terça-feira de queda, favorecida pela sensível melhora do cenário internacional, a partir da recuperação dos preços do petróleo. Com o dólar em forte queda, os juros passaram por ajustes e tiveram os prêmios de risco reduzidos em toda a curva a termo, mas principalmente nos vencimentos intermediários e longos. Desde as vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que as taxas dos contratos mais longos vinham subindo com mais força, indicando maior percepção de risco com o Brasil. Com os ajustes de hoje, o “spread” entre os contratos de janeiro de 2017 e 2021, que chegou a superar os 200 pontos-base na semana passada, recuava para 138 pontos no final desta tarde. As oscilações foram menores nos vencimentos mais curtos, que sofreram agressivos ajustes na semana passada, quando o Banco Central passou a sinalizar a manutenção da taxa Selic nos atuais 14,25% ao ano, contrariando indicações anteriores de que elevaria os juros em 0,50 ponto porcentual. Em meio às discussões sobre ingerência política no Banco Central, as atenções se voltam à divulgação da ata da reunião do Comitê, na próxima quinta-feira, que trará as justificativas para a manutenção dos juros básicos da economia.


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