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22 de março de 2016

Dormir pouco aumenta riscos de doença cardíaca

Imagem Reprodução

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A função do sono é recuperar o organismo para que ele esteja apto a funcionar bem no outro dia e várias funções como consolidação da memória e adequação hormonal ocorrem durante as noites de descanso. Apesar de ser um hábito saudável, os médicos apontam que a vida moderna tem feito com que as pessoas durmam cada vez menos. O trabalho, o estresse e os muitos afazeres tem contribuído para fazer com que as horas de sono durem muito menos do que o recomendado. Mais do que um hábito ruim que provoca sonolência na manhã seguinte, dormir pouco traz diversos prejuízos ao corpo. Segundo uma pesquisa recente realizada pela Universidade do Alabama em Birmingham, nos Estados Unidos, a saúde cardiovascular é especialmente afetada pelas poucas horas de sono, e o risco de enfarte pode aumentar de 10% a 24% para quem se priva de apenas uma hora de descanso, segundo o professor Martin Young. “Dormir pouco tem consequências imediatas e em longo prazo. Na manhã seguinte, pode haver redução de reflexos, da atenção e da concentração; irritabilidade e uma maior descarga de adrenalina, que traz risco de aumento da pressão e da frequência cardíaca”, diz a neurologista Andrea Bacelar, da Associação Brasileira do Sono. Segundo os especialistas, a privação do sono prejudica o metabolismo do açúcar, elevando o perigo de diabetes e, consequentemente, favorece a obesidade, o que torna o risco de doenças cardíacas maior.


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