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2 de janeiro de 2019

Eduardo Leite ao tomar posse como governador do Rio Grande do Sul

Foto Reprodução

Em seu primeiro discurso como governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) defendeu a necessidade de superação da polarização na política gaúcha e prometeu trabalhar na construção de consensos para a implementação de uma agenda de ajuste fiscal e de recuperação da economia do estado. Leite iniciou o discurso citando o escritor gaúcho Tiago Mattos ao dizer que “não estamos vivendo uma era de mudanças, estamos vivendo uma mudança de eras”. Apesar da promessa de mudança, Leite repetiu seu antecessor José Ivo Sartori (MDB) ao prometer uma agenda de ajuste fiscal baseada em privatizações e cortes na máquina pública. Segundo ele, decretos visando cortes de gastos serão publicados no Diário Oficial do Estado já nesta quarta-feira (2) e reformas estruturantes serão feitas nos primeiros 100 dias de seu governo. “O inadiável ajuste fiscal somente será possível com engajamento e compartilhamento de todos”, disse. Leite alfinetou o seu antecessor ao dizer que é preciso “mais do que governar o caixa do governo”. “Enquanto as famílias e empresas não se recuperarem, o caixa também não se recupera”, afirmou, acrescentando que o ajuste fiscal é um meio, não “um fim em si mesmo”. Ele falou de sua vontade de trabalhar em conjunto com Jair Bolsonaro e citou Barack Obama, ao dizer que “o cargo mais importante não é de presidente ou de governador, é de cidadão”. Também defendeu valores da social-democracia. “Ao contrário do que dizem por aí, a social-democracia não morreu, ela vai estar viva e forte no Rio Grande para construir um estado altivo e ativo”. Leite também deve empossar o seu secretariado ainda na tarde desta terça-feira.


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