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5 de abril de 2019

Hospital Roberto Santos vai operar cérebro com paciente acordada

Foto Reprodução

O Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) vai realizar um procedimento raro na próxima semana, quando uma paciente será submetida a uma cirurgia no cérebro enquanto estiver acordada. A.S.M. tem 34 anos e um tumor localizado na região que afeta a linguagem. Para atingir o sucesso durante a cirurgia, ela terá que se comunicar com os profissionais da neurocirurgia durante o procedimento, que será realizado na próxima terça-feira (9). Conhecida como “awake craniotomy” (craniotomia acordada, em tradução literal), a técnica é feita com o crânio aberto e o paciente precisa responder a perguntas simples, como “quais são os dias da semana?”. Contudo, há casos em que deve resolver uma operação matemática ou tocar um instrumento musical. De modo geral, a cirurgia é utilizada para a remoção de tumores cerebrais que estão próximos às áreas que controlam linguagem e movimento do corpo. “Nós temos cerca de uma hora e meia para tentar retirar a lesão”, explicou o coordenador do serviço de neurocirurgia do HGRS, Leonardo Avellar. Referência em neurocirurgia – Diretor-geral do HGRS, o médico anestesista José Admirço Lima Filho, lembra que o hospital passa por uma grande reestruturação e, nesse sentido, existe um entendimento para que ele se torne cada vez mais vocacionado para áreas específicas, como a neurocirurgia. “Temos buscado, ao máximo, um incremento quanto ao atendimento referente à neurocirurgia. Hoje o hospital conta com uma bioimagem, que tem ressonância e tomografia de ponta. Também estamos aprimorando a qualificação da equipe”, detalhou. Na análise do gestor, o chefe da neurocirurgia conseguiu agregar um grupo de cirurgiões diferenciados, com condições de realizar os procedimentos mais complexos. “Nós ficamos muito felizes porque conseguimos integrar essa especialidade ao SUS [Sistema Único de Saúde], cumprindo a meta de oferecer assistência qualificada e humanizada ao usuário”, disse José Admirço. De acordo com informações do secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, a tendência do Governo do Estado da Bahia de vocacionar as unidades da rede de saúde resulta em mais produtividade. “Concentração de especialistas e leitos específicos impacta em mais resolutividade. Os benefícios são visíveis não apenas para os pacientes, mas [também] para estudantes e residentes de medicina, que, em um ambiente rico e complexo, são capazes de adquirir mais conhecimento”, afirmou.


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