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5 de abril de 2019

Juca Kfouri: Lula disse que petistas precisam fazer ‘pregação diária’, como pastores

Foto Reprodução

O jornalista Juca Kfouri disse que ficou surpreso ao encontrar o ex-presidente Lula nesta quinta-feira (4), na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, a três dias da prisão do petista completar um ano. “Eu imaginava encontrá-lo muito mais debilitado fisicamente. Mas o Lula é o Lula. Só fala em projeto do Brasil, em quando sair daqui, naquilo que o PT precisa fazer”, afirmou Kfouri. O jornalista relatou o que ouviu do ex-presidente na visita: “Os petistas têm que ser igual aos pastores. Repetir todo dia as coisas para ensinar o que o Brasil precisa ser amanhã. Não adianta ter uma ideia brilhante e só manifestar a cada 40 dias, na reunião do partido. Tem que ser uma pregação diária”. Kfouri afirmou que o objetivo da visita foi prestar solidariedade pelo falecimento do neto do ex-presidente, Arthur Lula da Silva, no começo de março. “Tenho duas netas e sou perfeitamente capaz de imaginar a dor que sente o presidente Lula pela perda que teve”, declarou. De acordo com o jornalista, há um “sentimento ambíguo” ao deixar a superintendência da PF. “Que não é possível que esse cara seja mantido ali por quase um ano. Mas também otimista, porque não dá para encontrar com ele e não estar otimista”, completou. Quem também visitou Lula nesta quinta foi Afrânio Jardim, procurador de Justiça aposentado do Ministério Público do Rio de Janeiro. O tom do seu discurso, entretanto, foi diferente daquele feito pelo jornalista. “Diferente do Juca, eu só saio daqui perplexo, indignado. Eu fico perplexo como ele [Lula] e nós, da sociedade, aceitamos isso. […] Qual o sentido disso, a não ser evitar que ele possa fazer política aqui fora? Eu não tenho essa grandeza que o Lula tem. Eu me revolto”, disse Jardim. “Não vou pregar revolução infantil, nem ser um esquerdista inconsequente, mas acho que a gente tem que ficar mais indignado, não pode ficar aqui só gritando ‘boa tarde’, ‘boa noite’, ‘Lula livre’ […] Eu não teria medo de colocar em risco alguma coisa, até a própria vida, para mudar essa situação que está aí. Não sei o que fazer, o que falar”, acrescentou o procurador aposentado. Ainda conforme Jardim, “juridicamente, é um absurdo o que estão fazendo”. “Leciono processo penal há 39 anos e estudei o caso dele”, disse.


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