Médica que faria eutanásia na Suíça se casa e volta a querer viver » Rede Acontece
Últimas
17-02-2019 » Acidente matou Boechat | Mãe de piloto de helicóptero morre três dias depois do filho 17-02-2019 » Crise no Planalto | Bolsonaro já assinou saída de Bebianno, dizem interlocutores 17-02-2019 » E o coração aguenta? | Maiara e Maraisa lavam alma sertaneja com sofrência e Jenifer no festival 17-02-2019 » Chegou chegando | Ludmilla põe público do CarnaUOL para rebolar e dançar até o chão com funk 17-02-2019 » Chicleeeeete! | Show de Bell Marques faz evento tremer com sucessos da BA 17-02-2019 » Primeira atração | Abertura do CarnaUOL tem clima de micareta com a Banda Eva 17-02-2019 » De olho nos ponteiros | Horário de verão no Brasil terminou; atrase relógio em 1 hora 17-02-2019 » 1ª negra na posição | Maju estreia na bancada do JN com elogios e improviso 17-02-2019 » Deslizamento em Mauá | Bombeiros buscam por 2 crianças soterradas na Grande São Paulo 17-02-2019 » Taça Guanabara | Justiça determina final com portões fechados após pedido do Flu 17-02-2019 » Papo com Mazzafera | No CarnaUOL, Ludmilla diz que nunca transou em 1º encontro: 'Sou careta' 17-02-2019 » Um ano após tiroteio nos EUA | Alunos, pais, policiais e professores falam sobre tragédia em Parkland 17-02-2019 » Destaque do CarnaUOL | Mariana Xavier conta a Mazzafera qual foi a pior cantada que já ouviu 17-02-2019 » Em São Paulo | CarnaUOL vibra com eletrônico de Alok 17-02-2019 » Bombeiros, Defesa Civil e PM já atuam | Moradores de Nova Lima (MG) deixam casas por risco em barragem
Publicidade
10 de julho de 2018

Médica que faria eutanásia na Suíça se casa e volta a querer viver

Foto: Reprodução

A vida de médica de Cuiabá que chegou cogitar viajar para a Suíça para fazer eutanásia mudou completamente desde que sua história foi divulgada na imprensa. Letícia Franco, de 37 anos, desistiu da morte assistida, passou a fazer um novo tratamento para a síndrome Asia e se casou. A enfermidade rara que a mulher sofre é incurável, autoimune e está ligada ao acúmulo de alumínio ou uso de próteses de silicone no corpo.

O paciente com a síndrome sofre fortes dores. Uma médica de São Paulo, Maria Emília Gadelha Serra, se sensibilizou com a história da médica e ofereceu a ela um novo tratamento, a terapia de ozônio. O procedimento oferece mais qualidade de vida aos enfermos.

“Ela me falou sobre a ozonoterapia, que poderia aliviar a dor, dar mais qualidade de vida, mais ânimo, e perguntou se eu não gostaria de tentar ir para São Paulo fazer”, conta Letícia, em entrevista ao site O Livre. O preço do tratamento chegou a assustar a paciente de início, mas Maria Emília abriu mão de pagamento para ajudá-la.

“Eu abri o jogo com ela [a médica Maria Emília], falei: ‘doutora, eu agradeço muito, mas infelizmente eu não tenho dinheiro, só uma parte do tratamento custa mais de R$ 100 mil e tem que fazer a vida inteira’. E ela falou: ‘não, Letícia, eu vi seu caso, eu li sobre você, vi seus trabalhos, você é muito parecida comigo, gosta de ajudar as pessoas, eu quero dar o tratamento para você’”, contou Letícia.

A história da médica também fez voltar à sua vida um antigo amor: Guilherme Viñe, 30 anos, era um ex-namorado de Letícia que acabou retomando contato. A aproximação deu certo: o casal fez união civil e pretende se casar na igreja em breve. “A gente foi ficando mais junto, ele me alegrando, não fui sentindo mais dor. Todo dia ele me faz rir, quando estou na companhia dele, eu me esqueço que estou doente”, comemora Letícia.


Tags:
VOLTAR