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15 de julho de 2019

Médico cristão é demitido por se negar a chamar “homem barbudo” de “ela”

Foto: Reprodução

Um médico cristão foi demitido de um departamento do governo na Inglaterra por se recursar a chamar pelo pronome “ela” um “homem barbado de um metro e oitenta” de altura, segundo informações do The Telegraph. O Dr. David Mackereth, 56 anos, atuava no Departamento de Trabalho e Pensões como assessor de benefícios por deficiência. Durante uma conversa com o gerente do setor, ele foi questionado da seguinte maneira: “Se você tem um homem de seis pés de altura com barba que diz que quer ser tratado como ‘ela’ e ‘sra’, você faria isso?”. Cristão e evangelista, Mackereth respondeu que não usaria o pronome “ela” para se referir a este possível cidadão que viesse até o seu departamento. Por conta disto, ele foi demitido. No processo que moveu contra o governo, o médico alega que foi vítima de preconceito religioso, pois foi demitido “não por causa de qualquer preocupação realista sobre os direitos e sensibilidades dos indivíduos transgêneros, mas por causa da minha recusa em fazer uma promessa ideológica abstrata”. Uma audiência em Birmingham foi informada de que o Dr. Mackereth acredita que o transgenerismo é uma “crença ilusória” e uma ideologia “que não acredito e detesto”. Em uma declaração admitida como evidência, ele disse ao tribunal: “Se você acredita na fluidez de gênero, o gênero não é mais do que a própria fantasia sobre si mesmo”. Com 30 anos de profissão, o médico tem apresentado provas de que foi demitido por não aceitar a condição imposta pelo gerente, anexando ao processo um e-mail do gerente, James Owen, instruindo-o a seguir com o treinamento ainda que ele não fosse favorável a chamar homens com pronomes femininos. O gerente dizia: “Se, no entanto, você não quiser fazer isso, respeitaremos sua decisão e seu direito de deixar seu contrato”. O Dr. Mackereth então respondeu: “Eu sou um cristão e em boa consciência não posso fazer o que o DWP está exigindo de mim”. Em 25 de junho de 2018 ele foi demitido. “O simples fato de um médico poder ser chamado para um interrogatório urgente sobre suas crenças sobre fluidez de gênero é absurdo e muito sinistro, ainda mais se resultar em demissão. Se algo assim acontecesse em uma igreja – pessoas sendo puxadas de um banco, questionadas e depois excomungadas – isso seria visto como um exemplo ultrajante de intolerância religiosa e fanatismo”, declarou ele. Em sua defesa, a DWP alega que as crenças do médico “não são compatíveis com a dignidade humana”. O caso ainda não foi julgado, mas o médico tem feito uma defesa onde cita não apenas suas opiniões religiosas, mas também científicas que o colocam contra essa tentativa do governo de normalizar a transexualidade. “Como médico, minha responsabilidade é sempre agir em boa consciência no melhor interesse dos pacientes – não adotar várias fantasias, preconceitos ou delírios, para evitar ofensas a todo custo”, disse ele. Em parte da declaração apresentada ao tribunal, o Dr. Mackereth diz ainda que o transgenerismo é uma “rebelião contra Deus”.


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