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25 de janeiro de 2018
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Foto Brumado Acontece

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A Campanha de Doação de Sangue acontecerá no próximo sábado, dia 27/01/2018, das 7:00 às 11:00 horas Sabadão Solidário. O objetivo é melhorar o estoque de hemocomponentes, para o período de férias e do carnaval. Pra doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos (os menores de idade devem estar acompanhados do responsável legal), estar em boas condições de saúde, pesar mais de 60 quilos e não beber nas 12 horas que antecedem à doação. Não é necessário estar em jejum, mas ter dormido pelo menos seis horas antes de fazer a coleta do sangue. Os homens podem doar a cada três meses e as mulheres a cada quatro. Conforme a Hemoba, todos os pré-requisitos são verificados antes da doação, com entrevista e exame clínico, e a coleta de sangue não oferece riscos à saúde, pois é feita com material descartável.


25 de janeiro de 2018
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O PSTU divulgou nesta quarta-feira (24) uma nota pública a respeito de sua posição frente ao julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e defende que a classe trabalhadora não se engaje em manifestações em apoio ao petista. “Nós reafirmamos que não é tarefa da classe trabalhadora participar de atos em defesa de Lula, nem em atos contra Lula”, afirma o comunicado, que aproveita para convocar uma greve geral contra a reforma da Previdência. “As tarefas necessárias da classe trabalhadora hoje são se unir numa Greve Geral para enterrar de vez a reforma da Previdência contra Temer e esse Congresso corrupto e construir uma alternativa de independência de classe e socialista para que os debaixo derrubem os de cima e possam governar contra os exploradores”.


24 de janeiro de 2018
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A confirmação em segunda instância da condenação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção passiva e lavagem de dinheiro representa o mais duro golpe na trajetória de uma das figuras mais polarizadoras da história do Brasil. Amado e odiado com a mesma paixão, Lula nasceu em 27 de outubro de 1945, na cidade de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, mas, aos sete anos, se mudaria com a família para o litoral de São Paulo, onde vivia seu pai. Aos 12, o adolescente Luiz Inácio conseguiu seu primeiro emprego, em uma tinturaria. Após o golpe militar, Lula começou a trabalhar em uma das principais metalúrgicas do país, onde entrou para o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, como suplente. Em 1975 foi eleito presidente do sindicato, representando cerca de 100 mil trabalhadores. Ele seria reeleito três anos mais tarde. Em 1980, Lula foi um dos líderes da greve geral no ABC paulista e acabou preso pela ditadura e processado com base na Lei de Segurança Nacional. No mesmo ano, o sindicalista foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), que só seria reconhecido dois anos mais tarde, quando Lula ficou em terceiro lugar nas eleições para o governo de São Paulo, perdendo para Franco Montoro. Ele também participou, em 1984, da campanha das Diretas Já e, em 1986, foi eleito pela primeira vez e se tornou o deputado federal mais votado do país. Lula também foi um dos deputados constituintes e, assim como o restante do PT, votou contra a atual Constituição Federal. Em 1989, se candidatou à Presidência pela primeira vez, mas perdeu no segundo turno para Fernando Collor (53% a 47%). Lula ainda perderia duas corridas ao Planalto, ambas para Fernando Henrique Cardoso (54% a 27% e 53% a 32%), antes de ser eleito presidente, em 2002, ao derrotar José Serra por 61% a 39%. No comando do país, Lula liderou um período de forte crescimento econômico e de redução da pobreza, capitaneada pelo programa Bolsa Família, de 2003, mas também marcado por escândalos de corrupção, principalmente o mensalão, que derrubou toda a cúpula do PT. No entanto, Lula conseguiu resistir às denúncias contra seu partido e, em 2006, foi reeleito com 61% dos votos, ao superar Geraldo Alckmin. Na ocasião, recebeu 58,3 milhões de votos, o maior apoio absoluto já recebido por um candidato à Presidência na história do país. Outras marcas do governo Lula foram o impulso ao pré-sal, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Prouni, que o ajudaram a atingir quase 90% de popularidade. No âmbito internacional, o então presidente voltou as atenções do Brasil para países periféricos, principalmente na África, e se aproximou do Irã. Em 2010, conseguiu eleger Dilma Rousseff como sua sucessora. Já fora do Planalto, Lula foi diagnosticado com câncer na laringe e foi submetido a um tratamento de quatro meses. Após a reeleição de Dilma, a Justiça Federal fecharia o cerco contra o ex-presidente, que hoje é réu em sete processos, incluindo o “caso triplex”. Seu objetivo é concorrer à Presidência em 2018 e voltar ao Planalto, o que suspenderia os processos contra ele até sua saída do poder.


24 de janeiro de 2018
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IMAGEM REPRODUÇÃO

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O Partido dos Trabalhadores (PT) emitiu uma nota nesta quarta-feira (24), depois do resultado do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no TRF-4, afirmando que irá registrar a candidatura do petista para a Presidência da República. Assinada pela presidente do partido, Gleisi Hoffmann (PR), o texto afirma que a candidatura será registrada no dia 15 de agosto. Nessa quarta, os desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) reafirmaram a condenação de Lula dada pelo juiz Sérgio Moro e ainda pediram que a pena fosse aumentada – de nove para 12 anos e um mês de prisão em regime fechado. Ainda cabe recurso por parte da defesa de Lula. “Não vamos aceitar passivamente que a democracia e a vontade da maioria sejam mais uma vez desrespeitadas. Vamos lutar em defesa da democracia em todas as instâncias, na Justiça e principalmente nas ruas”, diz trecho da nota, segundo o G1. “Vamos confirmar a candidatura de Lula na convenção partidária e registrá-la em 15 de agosto, seguindo rigorosamente o que assegura a Legislação eleitoral”, lê-se também.


24 de janeiro de 2018
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O ex-prefeito de São Bernardo do Campo e pré-candidato do PT ao governo do Estado de SP Luiz Marinho chegou por volta das 18h na Praça da República, onde o partido faz um ato em apoio a Lula. Segundo ele, o partido vai insistir com todos os recursos possíveis com relação à decisão do TRF 4 desta quarta-feira (24). “Não existe nenhuma prova, se não existe provas, não existe crime”, disse. Lula já é anunciado nos microfones, mas ainda não chegou. Estão presentes também o ex-ministro Celso Amorim e o ex-presidente do PT de SP Emídio se Souza. Ambos não quiseram dar entrevistas. A praça está repleta de militantes e apoiadores do ex-presidente. Nas falas feitas de cima do caminhão, a insistência de que Lula concorra à eleição.


24 de janeiro de 2018
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O presidente Michel Temer determinou à equipe ministerial que não faça comentários públicos sobre a manutenção da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (24). O receio do Palácio do Planalto é de que um comentário elogioso à decisão do TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região ou à defesa da independência do Poder Judiciário, mesmo que de forma genérica, possa ser usado pelo petista para fortalecer o discurso de que ele foi perseguido ou vitimizado. Para evitar essa interpretação, o próprio presidente afirmou em entrevista à Folha de S.Paulo, na última quinta-feira (18), que preferia que o petista disputasse a eleição presidencial e não fosse impedido de se candidatar. Seguindo a orientação do presidente, ministros e auxiliares evitaram comentar nesta quarta-feira (24) o resultado do julgamento. “Em relação ao ex-presidente, o governo não tem que opinar. É uma questão da Justiça e está sendo resolvida na Justiça”, disse Carlos Marun (Secretaria de Governo). Nas mesma linha, o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) manteve silêncio e o ministro Mendonça Filho (Educação) preferiu não se pronunciar. Nos bastidores, no entanto, o presidente acredita que a dúvida sobre a candidatura do petista, que deve se estender até a véspera da eleição presidencial, deve quebrar a polarização entre direita e esquerda, apontada pelas pesquisas de intenções de voto. O diagnóstico é de que, sem o petista na disputa, o campo da direita deve perder força e o principal afetado deve ser o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Nesse caso, a aposta é de que sairão fortalecidas candidaturas de centro, como as identificadas com a atual administração, como a de Geraldo Alckmin (PSDB) e de Rodrigo Maia (DEM).


24 de janeiro de 2018
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O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) comemorou a condenação do ex-presidente Lula em segunda instância, nesta quarta-feira (24), ao postar foto em suas redes sociais fazendo o placar de 2×0 com os dedos, em referência aos votos do relator e do revisor do caso no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). ‘Um tiro .50 na corrupção’, escreveu o político. Os desembargadores João Pedro Gebran Neto e Leandro Paulsen não apenas votaram pela confirmação da sentença do juiz Sérgio Moro, em primeira instância, mas ainda aumentaram a pena, de 9 anos e meio para 12 anos e um mês de prisão em regime fechado. O julgamento prossegue, com a leitura do voto do terceiro e último magistrado. Mais cedo, Bolsonaro havia dito que não iria acompanhar o julgamento nas ruas, por medo de “sofrer violência” de apoiadores do dirigente petista. O parlamentar está em segundo lugar na corrida presidencial, atrás de Lula, segundo pesquisas recentes de intenção de voto. “Se eu for para rua, posso sofrer violência por parte de pessoas que não respeitam o direito de se expressar”, afirmou Bolsonaro ao jornal O Estado de S. Paulo. O político também disse que não está torcendo contra o ex-presidente, mas que espera que ele não seja absolvido. “Não estou torcendo pela condenação, mas espero que ele seja punido pelo que cometeu. Não tenho dúvidas de que aquele triplex seja dele. Já foram apresentadas muitas provas sobre isso”, declarou Bolsonaro.


24 de janeiro de 2018
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A manutenção da condenação do ex-presidente Lula, confirmada pelos três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), é notícia na imprensa internacional. Na Inglaterra, o The Guardian explica que a decisão complica os planos do petista em “concorrer a um terceiro mandato e marca uma extraordinária mudança de sorte para o líder mais popular da história brasileira moderna”. Os argentinos do El Clarin afirmam que “Lula não será detido até que sua defesa esgote todos os recursos de apelação” e que as ruas “ao redor da corte contavam com um enorme deslocamento de segurança para evitar possível distúrbios”. Na Espanha, o El País também menciona o problema do petista no que se refere à candidatura à presidência mas ressalta que a decisão final sobre estar no páreo ou não pode ser adiada diante dos prováveis recursos a serem impetrados pela defesa do ex-presidente. “Embora o senhor Lula da Silva seja possa apresentar novos recursos nos tribunais superiores, ele tem tempo limitado para revogar a decisão no lento sistema de Justiça do Brasil antes que o tribunal eleitoral do país anuncie os candidatos oficiais, em agosto”, diz o Financial Times.


24 de janeiro de 2018
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve sua condenação confirmada no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) na tarde desta quarta-feira (24). O revisor Leandro Paulsen, o relator João Pedro Gebran e o juiz federal Victor Laus votaram por aumentar a pena do petista para 12 anos e um mês de prisão. Em julho de 2017, o juiz Sergio Moro havia dosado a sentença em 9 anos e meio.A defesa de Lula tem dois dias a partir da publicação do acórdão para apresentar embargos de declaração, que pedem, apenas, esclarecimento da sentença. Já que a votação foi unânime, não cabem embargos infringentes. Paulsen disse que o ex-presidente terá mandado de prisão expedido após o julgamento dos recursos. Paulsen disse por volta das 16h que a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em desvios na Petrobras é “inequívoca”. Mais cedo, o juiz federal João Pedro Gebran Neto, relator da apelação do ex-presidente Lula no TRF-4, confirmou a condenação em primeira instância e votou pelo aumento da pena do réu para 12 anos e um mês.


24 de janeiro de 2018
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Foto Brumado Acontece

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Presente no Júri Popular realizado a favor do ex-presidente Lula, o deputado federal Daniel Almeida (PCdoB), disse que o julgamento do TRF, em Porto Alegre “será uma oportunidade de a justiça recolocar em no papel que lhe cabe” que é “julgar baseado em provas”. A declaração foi dada ao BNews nesta terça-feira (23). Reiterando a tese que Lula é inocente, o parlamentar disse esperar que o ex-presidente seja inocentado, porém “há uma informação que o Tribunal manterá a condenação do juiz Sérgio Moro”, o que na visão do deputado, “contraria a lógica do processo jurídico”, afirmou. O deputado foi o único federal presente no ato pró Lula em Salvador. A maioria da bancada a favor do ex-presidente está em Porto Alegre.


24 de janeiro de 2018
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A poucas horas do julgamento em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) em Porto Alegre, o caso é mencionado nesta quarta-feira, 24, nos sites de alguns dos principais jornais do mundo. Para cobrir o julgamento na capital gaúcha, cerca de 300 jornalistas se credenciaram, dos quais 54 são correspondentes internacionais. O “Financial Times”, por exemplo, afirma que o “Brasil ficará grudado à televisão” nesta quarta-feira para acompanhar o que descreveu como “o julgamento do século” no País. O jornal britânico ressalta que a ambição de Lula de concorrer à eleição presidencial poderá ser frustrada se a condenação ao ex-presidente for mantida. Os sites dos norte-americanos “New York Times” e “Washington Post” trazem matéria da Associated Press afirmando que o “futuro de Lula depende de um apartamento numa cidade decadente”, referindo-se ao tríplex no Guarujá que, segundo denúncias, pertenceria ao ex-presidente. O jornal publicou artigo do codiretor do Center for Economic and Policy Research, Mark Weisbrot, em que diz que as provas contra Lula estão muito abaixo do padrão que seria usado seriamente no sistema judicial dos Estados Unidos. O espanhol “El País”, por sua vez, diz em sua página que a decisão judicial de hoje sobre Lula marcará “o futuro político do Brasil”. Já o argentino “La Nación” destaca em seu site que Lula – que tem figurado como favorito nas pesquisas para a eleição presidencial – promete lutar “até a morte”. O julgamento está previsto para começar às 8h30 (de Brasília).


24 de janeiro de 2018
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Um dia antes do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) julgar seu recurso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou seu discurso afirmando que não falaria sobre caso do triplex do Guarujá, pois já provou sua inocência. Ele não evitou, no entanto, uma provocação ao Judiciário: “Duvido que exista nesse País um magistrado mais honesto do que eu”. Com discurso de candidato, Lula disse que em fevereiro voltará a Porto Alegre para fazer uma “caravana”. “Só uma coisa vai me tirar do que eu estou fazendo, é o dia que eu não estiver mais aqui”, declarou. Ele disse ainda que “não existe partido político melhor do que o PT” e que acredita que “a esquerda vai se unir em torno de um projeto para recuperar o País”. Lula também avaliou que o mercado “tem medo” de sua candidatura. “Eu não sei se é medo do Lula voltar em 2018; se for medo, é bom. O mercado tem medo do Lula, mas eu não preciso do mercado, eu preciso de empreendedores, de empresas produtivas, de agricultores familiares”, declarou. Durante ato promovido pelo PT e movimentos sociais, nesta terça-feira, 23, Lula focou sua fala em críticas ao governo do presidente Michel Temer e lamentou os “desmontes” feitos no País nos últimos meses, citando propostas como as reformas previdenciária e trabalhista. O petista garantiu, no entanto, que o País “vai voltar” a crescer e garantir a soberania nacional. “Eles inventaram uma doença grave, que se chamava PT e Dilma (Rousseff). Eles inventaram uma doença, deram uma anestesia e contaram mentiras. A gente continuou anestesiado e agora estamos acordando. Mas a doença que eles estavam tentando criar foi substituída por uma pior”, afirmou. Lula disse que está vendo o País ser “destruído” e que o governo vende uma “falsa estabilidade”. “Penso que eles estão destruindo o País e nós não estamos reagindo com a mesma força”. Para o petista, a elite brasileira trata educação como gasto, mas o candidato que se comprometer com a questão vai ganhar a próxima eleição. Ele prometeu que, se for eleito presidente novamente, vai editar uma medida provisória para proibir que educação seja tratada como gasto.


24 de janeiro de 2018
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Brumado Acontece

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A Caixa Econômica Federal recuou e decidiu devolver o cargo de vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital a José Henrique Marques da Cruz, que tinha sido afastado na semana passada sob suspeita de cometer irregularidades. A decisão foi tomada nesta terça-feira, 23, em reunião do conselho de administração do banco. Segundo comunicado divulgado pela Caixa após a reunião, investigações interna e independente, não constatou elementos suficientes para responsabilizá-lo nas investigações. Já os outros três ex-vices foram definitivamente destituídos do cargo: Antônio Carlos Ferreira (Coporativo), Roberto Derziê de Sant’Anna (Governo) e Deusdina dos Reis Pereira (Fundos de Governo e Loterias). A Caixa confirmou informação antecipada pelo Estadão/Broadcast de que dará início a um processo de seleção para todas as 12 vice-presidências por uma empresa especializada. O processo de seleção vai ocorrer nos próximos 12 meses. A primeira etapa do processo será a seleção para os cargos dos três vices que foram demitidos. Também será contratada uma empresa especializada para “rever a estrutura organizacional” do banco. O conselho de administração da Caixa tdecidiu ainda aprovar medidas para reforçar o capital do banco com o intuito assegurar o cumprimento de regras prudenciais de capital, conhecidas como Acordo de Basileia 3, nos anos de 2018 e 2019. O banco vai reter o total de dividendos que seriam pagos ao Tesouro relativos aos resultados de 2017 e 2018. Também fará emissão externa de títulos perpétuos (sem prazo de vencimento) e securitização e venda de carteiras de crédito. Com a atualização do chamado “plano de contingencia de capital”, a Caixa afirma assegurar o cumprimento do seu planejamento para este ano, incluindo o orçamento previsto para habitação popular, sem a necessidade de receber o socorro de R$ 15 bilhões com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A operação tinha sido autorizada por lei aprovada no Congresso, mas ainda dependia de autorização do Conselho Curador do FGTS e do Tribunal de Contas da União (TCU). “O processo de ajuste é contínuo e permanente”, afirma o banco, em comunicado que elenca outras medidas que foram adotadas para dar mais eficiência ao banco.


24 de janeiro de 2018
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Brumado Acontece

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A Rede Sustentabilidade, partido da ex-ministra e pré-candidata à Presidência da República Marina Silva, emitiu nota nesta terça-feira, 23, na qual afirma que acompanha com “muita apreensão” o clima de hostilidade criado em torno do julgamento do recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo Tribunal Federal Regional da 4.ª Região (TRF-4). O petista foi condenado em julho do ano passado pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Operação Lava Jato na primeira instância, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex no Guarujá. No comunicado, a Rede diz que o partido vai respeitar a decisão dos desembargadores federais do TRF-4 e volta a defender o fim do foro privilegiado. “Todos são iguais perante a lei”, afirma. “A direção nacional da Rede tem manifestado apoio às investigações da Operação Lava Jato por entender que são necessárias para o aprimoramento da democracia no Brasil.” Segundo o partido da ex-ministra, os filiados à Rede estão sendo orientados a se manifestar de forma “pacífica, esperando que a sociedade brasileira também o faça”. Ainda de acordo com o comunicado, a Rede diz que vai respeitar o resultado do julgamento pelo TRF-4 porque “o sistema judiciário possui seus próprios mecanismos de revisão de decisões que devem seguir critérios técnicos, independentemente da conjuntura política”. “Todos são iguais perante a lei e essa é a base do regime democrático em qualquer lugar do mundo”, afirma a legenda.


24 de janeiro de 2018
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Foto Brumado Acontece

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Cotado para assumir a candidatura presidencial do PT se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva for barrado na Lei da Ficha Limpa, o ex-ministro e ex-governador da Bahia Jaques Wagner diz que não teria “tesão” de ser candidato “nessas circunstâncias”. Wagner está em Porto Alegre para acompanhar a mobilização a favor de Lula antes do julgamento no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, nesta quarta-feira (24). Em discurso em um evento de petistas e aliados na Assembleia Legislativa gaúcha nesta terça, ele afirmou que não há “plano A, B ou C”. “Apenas plano L, Lula presidente.” À reportagem Wagner disse que debater uma alternativa a Lula neste momento seria “burrice”, desperdício de energia e até mesmo admitir “culpa”. Também falou que nunca conversou com o ex-presidente a respeito dessa hipótese e que um eventual plano emergencial “não será discutido com antecedência.” “Se houver a interdição [da candidatura Lula] transitada em julgado, vamos ter que achar um candidato ou apoiar um candidato”, disse. “Meu nome é lembrado porque sou do quarto colégio eleitoral [do país]. Ganhamos três [eleições], o Rui [Costa, governador da Bahia] também. Assim como lembram o nome do [Fernando] Haddad”. Só haverá troca de candidato, disse ele, se “o advogado disser: ‘ (mais…)


24 de janeiro de 2018
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O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil Claudio Lamachia, diz OAB afirma que a ‘independência do Judiciário tem que ser fator predominante’ no julgamento do ex-presidente Lula e pede para que a decisão do Tribunal da Lava Jato seja respeitada, ‘seja ela qual for’. Ele ainda defende a celeridade no processo, na contramão das reclamações de aliados do petista contra a velocidade do TRF-4. Inconformado com a pena de 9 anos e 6 meses de prisão imposta pelo juiz federal Sérgio Moro, o ex-presidente recorreu ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, a Corte de apelação da Lava Jato. Ele nega ser dono do imóvel do Guarujá, que é visto pelo magistrado, em sentença de julho de 2017, como propina de R$ 2,2 milhões da empreiteira OAS. Advogados de Lula e aliados políticos têm criticado a celeridade do TRF-4, que marcou o julgamento de sua apelação para esta quarta-feira, 24. “É fundamental para o próprio direito do réu quer o processo tenha celeridade. Isso conspira a favor dele. Os interesses do réu. Seja ele ou qualquer outro réu. Se alguém está se defendendo em juízo e essa pessoa se considera inocente, quanto antes puder provar a sua inocência, melhor será”, afirma Lamachia. Para o presidente da OAB, apesar de ‘manifestações dos dois lados’ e pressão da opinião pública, ‘a independência do judiciário tem de ser o fator predominante em uma decisão como esta ou em qualquer outro julgamento’. “O que espero é que o julgamento dele reforce cada vez mais a independência do Poder Judiciário, que não se pode tratar Justiça como de esquerda ou de direita. Justiça é nos termos da lei. E, a gente tem, a partir de uma decisão, seja ela qual for, de respeitar o entendimento manifestado em juízo, seja ele qual for, sob pena de estarmos conspirando contra o próprio estado democrático de direito. Misturar política com justiça é algo extremamente equivocado”, conclui.