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10 de maio de 2016

Para Lúcio Vieira, recuo de Maranhão foi por medo de perder mandato

FOTO CONQUISTA ACONTECE

FOTO REDE ACONTECE

A decisão do deputado federal Waldir Maranhão (PP-MA) por anular a própria decisão que suspendia o processo de impeachment aprovado na Câmara no dia 17 de abril foi um “ato de sobrevivência”, na avaliação do peemedebista baiano, o deputado federal Lúcio Vieira Lima. Maranhão, que ocupa a presidência do Legislativo interinamente por conta do afastamento de Eduardo Cunha pelo Supremo Tribunal Federal (STF), alegou que houve irregularidades na condução das sessões realizadas para apreciação da admissibilidade do processo. Na noite desta segunda-feira (9), ele voltou atrás e invalidou sua decisão que pedia a nulidade do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT). Em conversa com internautas na rede social Twitter, Lúcio Vieira Lima diz que Waldir Maranhão ignorou sua própria decisão e acabou revogando seu próprio ato por puro “espírito de sobrevivência”. A cúpula do PP já estava ameaçando expulsar o parlamentar do partido por conta da decisão monocrática.


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10 de maio de 2016

Para Lúcio Vieira, recuo de Maranhão foi por medo de perder mandato

Foto Brumado Acontece

Foto Brumado Acontece

A decisão do deputado federal Waldir Maranhão (PP-MA) por anular a própria decisão que suspendia o processo de impeachment aprovado na Câmara no dia 17 de abril foi um “ato de sobrevivência”, na avaliação do peemedebista baiano, o deputado federal Lúcio Vieira Lima. Maranhão, que ocupa a presidência do Legislativo interinamente por conta do afastamento de Eduardo Cunha pelo Supremo Tribunal Federal (STF), alegou que houve irregularidades na condução das sessões realizadas para apreciação da admissibilidade do processo. Na noite desta segunda-feira (9), ele voltou atrás e invalidou sua decisão que pedia a nulidade do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT). Em conversa com internautas na rede social Twitter, Lúcio Vieira Lima diz que Waldir Maranhão ignorou sua própria decisão e acabou revogando seu próprio ato por puro “espírito de sobrevivência”. A cúpula do PP já estava ameaçando expulsar o parlamentar do partido por conta da decisão monocrática.


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