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13 de junho de 2018

Polícia apura se Marielle Franco era alvo de escuta

Foto: Reprodução

A morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, que completa três meses nesta quinta-feira (14), pode ter começado a ser planejada no ano passado, de acordo com reportagem publicada pelo jornal O Globo.

Segundo a publicação, investigadores que apuram o caso, considerado o mais difícil da história da Delegacia de Homicídios da Capital (DH), avaliam se a parlamentar estava sendo alvo de uma escuta clandestina em seu gabinete, no nono andar da Câmara dos Vereadores.

Ainda de acordo com o jornal, a suspeita acontece porque assessores de Marielle, ao voltarem do recesso de fim de ano, no início de fevereiro, perceberam que as placas do teto da sala da vereadora haviam sido alteradas. A hipótese é de que o “grampo” tenha sido retirado durante as férias coletivas.

Imagens do circuito interno do Palácio Pedro Ernesto mostram o momento em que um homem escalou o prédio, em fevereiro. O jornal relata que, ao tomar conhecimento do caso, um mês antes do ataque a Marielle, o vereador Tarcísio Motta (PSOL) pediu ao presidente da Casa, Jorge Felippe (PMDB), que fizesse uma varredura em todos gabinetes, mas ele não foi atendido. O caso chamou atenção da DH, que tem pedido, com frequência, imagens da época para a segurança da Casa.


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