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10 de agosto de 2018

Primeiro debate presidencial tem poucos ataques e tom morno

Foto: Reprodução

O primeiro debate com os candidatos à Presidência da República foi de poucos ataques. Realizado pela Band, o evento aconteceu ontem (9). Presidenciáveis como Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) não foram confrontados em seus pontos fracos, como o escândalo da Dersa, no caso do ex-governador de São Paulo, ou o temperamento explosivo do ex-gestor do Ceará.

O principal embate foi protagonizado pelo candidato do PSOL, Guilherme Boulos, contra Jair Bolsonaro (PSL). O socialista questionou o militar sobre a funcionária de seu gabinete Walderice Santos da Conceição, que, segundo ele, trabalha em um comércio de açaí em Angra dos Reis, onde o deputado federal tem uma casa.

Ao ser questionado por Boulos se ele não tinha vergonha de manter uma “funcionária fantasma” e de ter auxílio moradia da Câmara mesmo tendo imóvel em Brasília, Bolsonaro respondeu que teria vergonha se “tivesse invadido as casas dos outros”, em uma provocação ao líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

O socialista também se utilizou da “marca” de ser o representante da vereadora Marielle Franco, assassinada em um crime não elucidado no Rio de Janeiro, e fez o trocadilho de que os adversários seriam parte dos “50 tons de Temer”, em referência à participação no atual governo federal. Já Alvaro Dias (Podemos), ex-chefe do Executivo do Paraná, tentou vincular a imagem ao juiz Sérgio Moro, o qual prometeu nomear como ministro da Justiça, se for eleito.


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