Relator deve apresentar proposta mais enxuta de reforma previdenciária » Rede Acontece
Últimas
18-08-2018 » Autor de Mutantes | Com presença da ex, Tiago Santiago se casa com chef 18-08-2018 » Show no Rio é adiado | Jorge Aragão é internado e passa por cateterismo 18-08-2018 » Barracos afetaram | Audiência motivou saída de Mara do Fofocalizando 18-08-2018 » Ao lado de Graciele | Zezé Di Camargo recebe as filhas em seu aniversário 18-08-2018 » Após ponte desabar | Mais corpos são achados em Gênova; vítimas sobem a 41 18-08-2018 » O presidente da Vila | Peres convida Pelé a se tratar no Santos e fala de rixa de Neymar 18-08-2018 » Opinião da seleção | Juca: Raras vezes uma convocação pegou tão mal 18-08-2018 » Série da Netflix | 5 motivos para todo fã dos Simpsons se viciar em Des(encanto) 18-08-2018 » Efeito pode ser minimizado | Afinal, a radiação dos celulares faz mal? Estudo traz novas respostas 18-08-2018 » Presidenciáveis voltam a se encontrar | Debate da RedeTV! tem 'sermão' e foco em economia 18-08-2018 » Certeiro e ousado | Harmonize chocolate com vinho e impressione o 'date'; veja sugestões 18-08-2018 » Clima esquentou no debate | Marina ataca Bolsonaro sobre direitos da mulher 18-08-2018 » 3 palavras: Lula, armas, pesquisa | Em debate, Bolsonaro lê 'cola' feita na mão antes de pergunta a Marina Silva 18-08-2018 » Entre críticas e alfinetadas | Ataque a Lula e embate entre Meirelles e Boulos; veja frases do debate 18-08-2018 » Casal de cegos vive só em SP | 'A cegueira é só uma parte de mim, eu sou muito mais que tudo isso' 18-08-2018 » A dúvida que não cala no PT | O que acontece se a candidatura de Lula for definitivamente negada? 18-08-2018 » Turbinado com motor do EcoSport | UOL Carros destrincha Ford Ka Sedan Titanium, versão 'luxuosa' de R$ 71 mil 18-08-2018 » Petista tenta candidatura | Supremo deve ignorar documento de comissão da ONU favorável a Lula 18-08-2018 » 'Um estadista global' | Morre o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, aos 80 18-08-2018 » Contra sarampo e polio | Campanha chega ao 'Dia D' com apenas 16% de crianças vacinadas
Publicidade
centro medico sao gabriel intersorft clinica master lab laboratorio
8 de novembro de 2017

Relator deve apresentar proposta mais enxuta de reforma previdenciária

Foto Brumado Acontece

Foto Brumado Acontece

O relator da reforma previdenciária, Arthur Maia (PPS-BA), deve apresentar nesta semana uma emenda parlamentar alterando a proposta aprovada em comissão especial da Câmara dos Deputados. O novo texto será mais enxuto, mantendo apenas pontos essenciais da mudança nas aposentadorias, como idade mínima e igualdade entre servidores públicos e privados. A decisão foi tomada em reunião, nesta quarta-feira (8), no Palácio do Planalto, com as participações do presidente Michel Temer e do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Para fechar um texto final, o relator deve se reunir até sexta-feira (10) com líderes da base aliada e, na noite desta quarta-feira (8), voltará a se reunir com a equipe econômica no Palácio do Planalto. Segundo o vice-líder do governo, Darcísio Perondi (PMDB-RS), com a emenda parlamentar, a proposta ficará “menor” e “mais acessível”. “É claro que há dificuldades, porque essa é a mãe de todas as reformas. Se você insiste no ótimo até o fim, pode ficar sem nada, o que é a tragédia para todos nós”, disse. “A decisão de apresentar uma nova proposta foi tomada pela ala política do governo e pela equipe econômica há cerca de três semanas, mas o governo acreditava que ainda não tinha apoio no Congresso para retomar a discussão sobre o assunto.” Em conversas reservadas, o presidente reconhece que, no formato atual, não consegue aprovar a mudança nas aposentadorias. Na segunda-feira (6), ele chegou a dizer publicamente que a iniciativa pode ser derrotada. Após a reunião, na Câmara, Maia afirmou ser “importante que ficou claro desde ontem [terça] que o governo não vai deixar de ajudar na votação da Previdência”. “Até porque a gente sabe que uma votação difícil como a da Previdência precisa que o governo esteja empenhado”, disse. Questionado sobre a possibilidade real de se votar a reforma ainda neste ano, o presidente da Casa disse que “se tiver voto, dá para votar [a reforma] amanhã, mas não tem voto”. Segundo ele, é preciso discutir com os líderes partidários antes de apresentar um texto, para que se chegue a uma proposta “possível”. “Não podemos pautar de qualquer jeito para perder”, disse. Na terça-feira (7), com a repercussão negativa, ele escalou integrantes de sua equipe ministerial para entrarem em contato com integrantes do mercado financeiro e para irem a público para dizer que acreditam ainda na aprovação da proposta.O reconhecimento de que a proposta pode ser derrotada causou apreensão em empresários e investidores, para os quais o presidente “jogou a toalha” e desistiu da mudança nas aposentadorias. Após a reunião, apesar de afirmar que o governo mantém a reforma da Previdência como está, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que a palavra final é do Congresso e não descartou a possibilidade de ser

“Estamos no momento discutindo a viabilidade, a posição das diversas bancadas, vendo itens de maior resistência. No momento em que se se chegar a uma conclusão, e caso se chegue a uma conclusão, vamos anunciar”, declarou, ao ser questionado sobre a possibilidade de uma reforma mais modesta. “Mas na minha visão só se chegará a uma conclusão quando votar. Decisão é com votação”. Na avaliação do ministro, a reação dos mercados nesta terça, com o dólar em alta e a Bolsa em queda após Temer admitir que a reforma pode não ser votada, foi “didática”. “A reação dos mercados foi por causa de uma percepção equivocada de que o governo tinha jogado a toalha. Isso é equivocado. Por outro lado foi didático, uma demonstração clara de que é importante sim para a economia. Foi uma mensagem muito clara a todos. Temos que encarar a realidade, a política e também a econômica”. A entrevista foi dada após reunião com o presidente da República, Michel Temer, e lideranças do Congresso. “O Congresso é soberano para aprovar a reforma da Previdência, mas é importante frisar que o governo mantém sua proposta para o relatório como está. Mas a palavra final é do Congresso, não é do Executivo”. Ele disse ainda que há diferenças de posição entre lideranças políticas. “Mesmo na reunião com os líderes da Câmara alguns acham difícil, outros acham que não. Tem que tocar em frente. O importante é que estamos discutindo a Previdência agora, para ser votada neste ano”.


VOLTAR