Sarampo mata 72 ianomâmis na Venezuela » Rede Acontece
Últimas
19-10-2018 » 2º turno em SP | Por apoio a França, prefeitos saem do PSDB em São Paulo 19-10-2018 » Denúncias de eleitores | Vídeos com urna que autocompleta voto a presidente são falsos 19-10-2018 » Denúncia na campanha presidencial | Disparo de mensagens contra o PT no WhatsApp constrange o TSE 19-10-2018 » Mais eleições nas redes | Candidatos declaram gasto de R$ 3 milhões com WhatsApp 19-10-2018 » Pesquisa Datafolha | Eleitores de esquerda ampliam vantagem de Bolsonaro 19-10-2018 » Em boate de Barcelona | Após dispensar Bruna, Neymar Jr. é flagrado com ex-namorada 19-10-2018 » 'Quase híbrido' | Mercedes Classe C ficará mais caro por pegadinha do IPI 19-10-2018 » Jogadora de vôlei | 'Só está rolando reclamação porque eu sou boa', diz Tifanny 19-10-2018 » Veja quem oferece | Chave inteligente cobra até R$ 6 mil para abrir, ligar e estacionar carro 19-10-2018 » Nega briga política | Marquezine confirma fim de namoro com Neymar: "Decisão dele" 19-10-2018 » Destruiu placa de Marielle | Mais votado para Alerj quer PSL na Comissão de Direitos Humanos 19-10-2018 » Brasileirão | Corinthians liga alerta sobre rebaixamento, mas risco é tão alto? 19-10-2018 » França e Doria disputam governo | 'Crau', Bolsonaro 'coitado' e bronca do mediador: as frases do debate em SP 19-10-2018 » Previsão de chegada é 2025 | Europa e Japão lançam sua 1ª missão com a meta de explorar Mercúrio 19-10-2018 » R$ 6,7 milhões | BNDES libera verba para fazer rede de recarga de carros elétricos no país
Publicidade
6 de outubro de 2018

Sarampo mata 72 ianomâmis na Venezuela

Foto Reprodução

Números oficiais do Brasil e da Venezuela apontam que o surto de sarampo na fronteira entre os dois países já matou 73 ianomâmis. Dentre as mortes, apenas uma foi registrada em território brasileiro.

Na Venezuela, entretanto, já foram confirmadas 19 mortes de ianomâmis entre agosto e setembro, aponto o boletim epidemiológico da Organização Panamericana de Saúde, que usa como base informações repassadas pelo governo venezuelano.

Em solo brasileiro, a Secretaria Especial de Saúde Indígena conseguiu, principalmente com as campanhas de vacinação, conter o avanço do sarampo.


VOLTAR