TRE-BA não terá como controlar ‘fake news’ via WhatsApp, alerta presidente » Rede Acontece
Últimas
21-10-2018 » Só começa dia 4/11 | Celular mudou para o horário de verão sozinho? Saiba ajustar 21-10-2018 » Em 200 cidades | Manifestantes fazem atos hoje contra o PT e a favor de Bolsonaro 21-10-2018 » 2º turno em SP | França e Doria focam Lula e Bolsonaro em debates 21-10-2018 » 2º turno em MG | Verba de Zema cresce 318%; R$ 600 mil não têm origem declarada 21-10-2018 » Brasileirão | Corinthians enfrenta Vitória e tabu no 1º duelo direto na luta contra queda 21-10-2018 » Sucesso dos anos 90 | Depressão e budismo: a volta por cima de Deborah Blando 21-10-2018 » Mundial de surfe | Atrás do bi, Medina vai à 'final' na mesma situação de 1º título 21-10-2018 » Mais Brasileiro | SP ficou no jejum, mas teve gols na rodada de sábado; veja todos 21-10-2018 » Grávida de oito meses | Sabrina Sato revela em programa o nome da 1ª filha com Duda Nagle 21-10-2018 » Só 3.500 unidades | Renault Sandero 1.0 ganha série limitada GT Line por R$ 47.990 21-10-2018 » Semana decisiva antes das urnas | O que pensam eleitores em dúvida entre Haddad, Bolsonaro e voto nulo 21-10-2018 » 3 anos depois do surto | Mães de crianças com zika enfrentam dificuldade financeira e abandono 21-10-2018 » Advertência por 'transação comercial' | Nos anos 80, Bolsonaro vendia bolsas feitas de paraquedas do quartel 21-10-2018 » Disparo de mensagens | Relator de ação contra Bolsonaro tem fama de 'durão' e decisões contra PT 21-10-2018 » Eleições e economia | Privatizar estatais reduz dívida, mas não barra corrupção nem baixa preço 21-10-2018 » Região decisiva no 1º turno | Presidenciáveis jogam com o medo por voto do interior do Nordeste
Publicidade
17 de julho de 2018

TRE-BA não terá como controlar ‘fake news’ via WhatsApp, alerta presidente

Foto Rede Acontece

O presidente do TRE-BA, desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, alertou sobre a dificuldade que o órgão terá para fiscalizar as chamadas ‘fake news’ via WhatsApp. Ele concedeu uma entrevista coletiva para tratar sobre temas relacionados às Eleições 2018.

“É uma forma que a gente não tem de controlar. O que gostaríamos de evitar é que não fossem expandidas de forma a denegrir qualquer tipo de imagem com essas notícias. O Brasil caminha para uma forma mais democrática que há 10 anos atrás. A informática e as redes sociais, não tenho dúvidas, trouxeram muitos benefícios para a população”, declarou ao ser indagado pelo BNews.

Essas notícias poderão ser denunciadas através do sistema Pardal ou na ouvidoria do TRE, desde que tenha fundamento. Cada caso será analisado separadamente.

“Eu acho que o fiscal maior é o eleitor. Nós não temos um setor específico, com equipe de funcionários, para ficar todos os dias no Facebook ou Instagram de determinado cidadão. Nós temos o poder de polícia inerente aos juízes e duas zonas específicas para cuidar disso. Acredito que, com o cidadão trazendo as informações ao Judiciário, fica melhor. Nós temos o juiz do poder de polícia, o juiz da mídia, o juiz responsável pelo credenciamento das pessoas e dos partidos… Então, acredito que, se levado ao juiz que tem o poder de polícia e que está no controle desse tipo de propaganda, será abortada. Mas não temos uma equipe efetivamente com isso. O cidadão é que é o melhor fiscal.”

Ainda segundo o desembargador, o candidato que for flagrado compartilhando ‘fake news’ poderá pagar multas que variam de R$ 5 mil até R$ 30 mil. Eles também podem ser acusados de crime contra a honra e dignidade. Isso tem previsão no código eleitoral, que pode ser detenção ou reclusão a depender do caso concreto.


VOLTAR