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8 de agosto de 2018

Vem Pra Rua faz ‘mapa do impeachment’ de Gilmar no Senado

Imagem Reprodução

Vem Pra Rua fez um ato na tarde desta terça-feira, 7, no Plenário 2 do Senado, pelo impeachment do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Representantes do movimento se reuniram com parlamentares para solicitar que o processo tramite na Casa ‘seguindo os procedimentos legais estabelecidos na Constituição Federal, Regimento Interno do Senado Federal e demais normas legais aplicáveis à espécie’. Vem Pra Rua lançou um mapa com o posicionamento dos senadores sobre o impeachment do ministro. O ministro Gilmar Mendes não se manifestou. Os representantes do movimento defendem o ‘aprimoramento’ do Supremo, considerando questões de ordem já apresentadas por senadores, assim como o próprio pedido de impeachment de Gilmar, protocolado pelo jurista e professor da USP, Modesto Carvalhosa. Na petição subscrita pelo professor consta um rol de nove motivos para a destituição de Gilmar. Entre elas, ligações do ministro para Aécio Neves (PSDB), alvo da Operação Patmos, e para o ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (MDB), antes de sua prisão. O documento menciona as solturas de alvos da Operação Lava Jato do Rio e encontros de Gilmar com o presidente Michel Temer, também alvo da PF e do Ministério Público, fora da agenda do Planalto. O Vem pra Rua quer ‘celeridade’ na apreciação do pedido. O movimento defende debates em torno da questão, ‘para que todos os interessados, parlamentares e sociedade civil, possam se manifestar’. No sábado, 4, o Vem Pra Rua lançou o ‘Mapa Fora Gilmar’ (http://foragilmar.vemprarua.net/). A ferramenta foi criada para monitorar como os senadores se manifestam em relação ao tema, iniciando pelo encaminhamento de impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes. Os parlamentares são classificados como ‘indecisos’, ‘contrários’ e ‘favoráveis’. A avaliação da entidade leva em conta as declarações públicas dos senadores. A equipe de tecnologia do Vem Pra Rua também vai usar ‘ciência de dados com cruzamento de informações públicas’. O movimento aposta em suas redes sociais para mobilizar a sociedade. De acordo com a organização, cerca de 4 milhões de usuários são impactados diariamente pelas postagens no Facebook e teve 80 milhões de tweets visualizados no primeiro semestre deste ano.


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